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sábado, 19 de julho de 2014

E o pior


1. A maior desilusão do torneio (Brasil). Não só perdeu (mais uma vez) em casa, como sofreu a maior humilhação da sua história futebolística.


2. O pior seleccionador presente, Luis Filipe Scolari (Brasil). Excelente a pegar num conjunto de jogadores e a transformá-los numa equipa de futebol com um pequeno senão: No campo, nem sempre posicionando os jogadores no lugar em que melhor renderiam, não consegue por os 11 a jogar como uma equipa.


3. O desespero do povo brasileiro perante a derrocada do "escrete". O Brasil tem problemas bem mais graves para resolver do que a vitória (ou derrota) num torneio de futebol. Pusessem os brasileiros uma paixão idêntica à que nutrem pela sua selecção de futebol em tudo quanto fazem, e o Brasil seria, hoje, um "paraíso na Terra".

sexta-feira, 18 de julho de 2014

O melhor


1. O melhor marcador do torneio, James Rodríguez (Colômbia).


2. O melhor jogador do torneio, Arjen Robben (Holanda). Só não ganhou o prémio por decisão da FIF(I)A.


3. O maior goleador de sempre em fases finais do Campeonato do Mundo de Futebol, Miroslav Klose (Alemanha).


4. O melhor "banco" do Mundial (Alemanha).


5. Por último, mas não menos importante, os (tetra) campeões do mundo (Alemanha).

quinta-feira, 17 de julho de 2014

A rever com urgência!


A modelo brasileira Gisele Brundchen levou, juntamente com Puyol,  a taça para o relvado da Maracanã minutos antes do início do jogo entre a Alemanha e a Argentina. Nas últimas semanas foi noticiado que seria a modelo brasileira, eleita a modelo mais bonita em 2010, a entregar a taça ao capitão da selecção vencedora. Acontece que, nos termos do regulamento interno da FIFA, a taça de vencedor só pode ser tocada por chefes de Estado ou jogadores já campeões do mundo. Daí termos presenciado a entrega do troféu pela presidente brasileira Dilma Rousseff, a qual, comparada com a Gisele, numa escala de 1 a 10, vale 0 (zero). Regulamento a rever com urgência !

terça-feira, 15 de julho de 2014

Meter uma lança em África


Terminou o Mundial de Futebol 2014 no qual a Alemanha "meteu (mais) uma lança em África". Depois de uns inimagináveis 7-1 (5-0 aos 29 minutos) ao Brasil, pela primeira vez, uma selecção europeia ganhou um mundial no continente americano. Foi a vitória de uma equipa compacta, forte, que se apresentou sempre como difícil de bater, com um futebol positivo, de qualidade e muita posse de bola. A Argentina, finalista derrotado, entendeu muito bem quem tinha pela frente na final. Deixou a Alemanha trocar a bola a seu belo prazer em dois terços do terreno de jogo. No último terço, nunca deu espaço aos alemães para fazerem aquilo que mais gostam, jogar nas costas dos defesas. E em contra-ataques venenosos quase ia vencendo o jogo. Faltou-lhe alguma frescura física nos minutos finais do prolongamento. Como alguém disse, "são 11 contra 11 e no fim ganham os alemães".

sábado, 12 de julho de 2014

O rei dos marcadores


8 de Julho de 2014 - Neste dia, fez-se, mais uma vez, história em fases finais do Campeonato do Mundo de Futebol. Aos 36 anos de idade, Miroslav Klose tornou-se o maior goleador de sempre em fases finais do Campeonato do Mundo de Futebol ao apontar o seu décimo sexto golo contra o Brasil.

sábado, 5 de julho de 2014

Sexo (que não é) dos anjos


Há treinadores que defendem a ideia de que a actividade sexual antes de um jogo é prejudicial ao desempenho do atleta no dia da competição. Há outros que acreditam que o sexo pode aumentar os níveis de testosterona e optimizar a vitalidade e agressividade dos jogadores. A verdade é que não há estudos científicos que provem nenhuma das teorias. Entretanto, neste Mundial de futebol os defensores do voto de castidade parecem ter perdido nesta discussão. Segundo um levantamento feito pelo jornal digital Quartz, todas as equipas que proibiram expressamente o sexo durante o Mundial, como a Rússia, Bósnia-Herzegovina, Chile e México, já foram eliminadas da competição, enquanto a maioria das que permitem ou que não têm uma política clara sobre o assunto continuam no Mundial, casos da Argentina, Brasil, França, Alemanha e Colômbia. Relativamente a Portugal, desconhece-se qual a política oficial. Mas esta é (mais uma possível) boa explicação para o fraco desempenho da nossa selecção. Caso a política seja não permitir, está-se mesmo a ver o que aconteceu: A "fome" era tanta que os atletas preferiram ser eliminados a prolongar o jejum!

quarta-feira, 2 de julho de 2014

Sem papas na língua


“A FIFA é um bando de filhos da puta. Eles podem sancionar, mas não impor sanções fascistas”. Quem assim falou foi José Mujica, presidente do Uruguai, na chegada da selecção uruguaia ao seu país. Este homem, de aspecto mais próximo de um camponês do que de um presidente, considerado o mais pobre dos seus pares (aqui), teve este "desabafo" a propósito da suspensão de Luís Suárez (nove jogos internacionais e quatro meses nas restantes competições) imposta pela FIFA.

terça-feira, 1 de julho de 2014

Terceiros... do grupo!


Devo ter sido um dos poucos portugueses que não foram inquiridos acerca do desempenho da nossa selecção no Mundial 2014. O que terá levado Paulo Bento a convocar os 23 jogadores que levou para o Brasil e não outros? Eis a minha teoria. Começando pela convocatória, Paulo Bento, sabendo que iríamos jogar em condições extremas de calor e de humidade, terá pensado: "Tenho de levar o máximo de jogadores possíveis com poucos quilómetros nas pernas". E se bem o pensou, melhor o fez. Toca a incluir na lista dos seleccionados todos os jogadores que estavam a sair de uma época de pesadelo: Lesões, má forma física, etc. Para além da evidente frescura física dos atletas escolhidos, Paulo Bento também terá pensado: "Descansados e com poucos jogos nesta época, vão apresentar-se com uma grande fome de bola, o que, no mínimo, me garante que correrão duas ou três vezes mais do que os nossos adversários"... situação que efectivamente se verificou nos primeiros cinco minutos de cada jogo.

domingo, 29 de junho de 2014

Vistas curtas e ideias fixas


Terminou o circo mediático que rodeou a participação da selecção nacional no Mundial 2014. Cristiano Ronaldo (e mais uma série de jogadores) alinharam diminuídos fisicamente. Se em relação a ele a convocatória era incontornável, já o mesmo não se aplicará aos restantes. Se havia dúvidas quanto à condição física de alguns jogadores, deveriam ter sido convocados outros. Ficamos a aguardar explicações de quem de direito. Quanto a Paulo Bento, rezemos a Jesus Cristo, Nosso Senhor, para que faça mais um milagre, o de lhe alargar os horizontes. O homem é de vistas curtas e ideias fixas!

sábado, 28 de junho de 2014

Aconteça o que acontecer, não me demito!


"O meu sentimento, hoje, é precisamente o mesmo que tinha antes do jogo com a Suécia, quando vos transmiti o orgulho e satisfação por estar na Selecção, e a gratidão que tenho com os jogadores que nos levaram até aqui. Sei da minha responsabilidade, sei que em Abril cheguei a um acordo com a federação que não tinha apenas a ver com os resultados no Mundial, mas também com os objectivos para 2016. Perante estes factos, aconteça o que acontecer no jogo, não me demito. Não é a minha intenção, nem da direcção, nem é a intenção do presidente da FPF. E com isto tenho tudo dito". Quem assim fala não é gago, como diria o povo. Na minha opinião, uma afirmação deste género configura uma de duas situações: (1) Uma arrogância sem limites de alguém que ainda não ganhou nada que se veja ou (2) Estar muito bem "escorado". Pessoalmente, inclino-me mais para a segunda hipótese.

sexta-feira, 27 de junho de 2014

Da euforia à depressão


Terminou a nossa participação no Mundial 2014. De quase campeões (pelo menos finalistas) no estágio, passamos rapidamente a "bombos da festa" com a Alemanha. O "melhor do mundo" passou completamente ao lado da competição. Marcou 1/2 golo, a outra metade foi oferecida pelo guarda-redes adversário. Diga-se, em abono da verdade, Cristiano Ronaldo nunca esteve bem. Quanto aos outros, uma mediania confrangedora, para não falar de uma fragilidade espantosa. Numa palavra, inqualificável!

terça-feira, 24 de junho de 2014

E (quase) tudo os EUA levaram!


Caiu (mais um) mito relacionado com a nossa selecção. O mito de que Portugal se dá bem com a pressão. Até pode ser verdade, mas, para isso, é necessário "ter pernas", coisa que, claramente, um número significativo dos jogadores portugueses seleccionados tem andado a demonstrar não possuir. Ao ritmo a que estamos a perder jogadores, se Portugal continuar muito mais tempo em competição, ainda nos arriscamos a que Paulo Bento se veja obrigado a "fazer uma perninha" dentro das quatro linhas!

quarta-feira, 18 de junho de 2014

O Müller da Alemanha,...


O Müller da Alemanha, o Müller da Alemanha
Marcou três golos a Portugal, ó és tão linda!
Marcou três golos a Portugal.

Por causa do Paulo Bento, por causa do Paulo Bento
Que insiste sempre nos mesmos, ó és tão linda!
Que insiste sempre nos mesmos.

terça-feira, 17 de junho de 2014

CR0,7 e companhia


Desde que a selecção portuguesa embarcou para o estágio que toda a comunicação social portuguesa audio-visual transmitiu horas incontáveis acerca do "melhor do mundo" e restantes companheiros. A dose foi tão grande que já enjoava (a única informação que não deram, ou eu não ouvi, foi quantas vezes cada um deles ia à casa de banho). Pois bem, agora, depois do massacre alemão, espero que todos assentem os pés na terra. Ouvi uma vez alguém definir a nossa selecção como sendo uma equipa constituída por um jogador excepcional, três ou quatro bons jogadores e o resto uma mediania confrangedora. O que se viu no jogo contra a Alemanha foram apenas jogadores de uma mediania confrangedora. Os outros, os tais que iriam fazer maravilhas, estiveram em parte incerta. Isto para não falar que já temos dois "mancos" e um "cabeça quente" castigado!