Ainda não foi desta que Portugal conseguiu melhor do que ser o primeiro dos últimos. Depois de uma meia-final de sonho, goleada estrondosa (e humilhante) à Alemanha, o céu parecia o limite. Mas os suecos não estiveram pelos ajustes e entraram em campo com a lição bem estudada. E de pouco servem os prémios de consolação, maior número de jogadores no onze ideal (José Sá, Raphael Guerreiro, William Carvalho, Bernardo Silva e Ivan Cavaleiro) e melhor jogador do torneio (William Carvalho). Como alguém disse um dia, temos de deixar de ser os melhores e passarmos a ser os primeiros. Contudo, apesar da desilusão, os jogadores portugueses mostraram que o futuro mora ali. Assim os respectivos clubes o permitam!
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quinta-feira, 2 de julho de 2015
terça-feira, 1 de julho de 2014
Terceiros... do grupo!
Devo ter sido um dos poucos portugueses que não foram inquiridos acerca do desempenho da nossa selecção no Mundial 2014. O que terá levado Paulo Bento a convocar os 23 jogadores que levou para o Brasil e não outros? Eis a minha teoria. Começando pela convocatória, Paulo Bento, sabendo que iríamos jogar em condições extremas de calor e de humidade, terá pensado: "Tenho de levar o máximo de jogadores possíveis com poucos quilómetros nas pernas". E se bem o pensou, melhor o fez. Toca a incluir na lista dos seleccionados todos os jogadores que estavam a sair de uma época de pesadelo: Lesões, má forma física, etc. Para além da evidente frescura física dos atletas escolhidos, Paulo Bento também terá pensado: "Descansados e com poucos jogos nesta época, vão apresentar-se com uma grande fome de bola, o que, no mínimo, me garante que correrão duas ou três vezes mais do que os nossos adversários"... situação que efectivamente se verificou nos primeiros cinco minutos de cada jogo.
sexta-feira, 27 de junho de 2014
Da euforia à depressão
Terminou a nossa participação no Mundial 2014. De quase campeões (pelo menos finalistas) no estágio, passamos rapidamente a "bombos da festa" com a Alemanha. O "melhor do mundo" passou completamente ao lado da competição. Marcou 1/2 golo, a outra metade foi oferecida pelo guarda-redes adversário. Diga-se, em abono da verdade, Cristiano Ronaldo nunca esteve bem. Quanto aos outros, uma mediania confrangedora, para não falar de uma fragilidade espantosa. Numa palavra, inqualificável!
sexta-feira, 23 de maio de 2014
O país está melhor?
De acordo com o Boletim Estatístico de Maio do Banco de Portugal, a dívida pública portuguesa não cessa de crescer, cifrando-se no final do primeiro trimestre deste ano em 132.4% do Produto Interno Bruto,o que representa um acréscimo de cerca de 7.000.000.000 de euros relativamente ao final do ano passado. O governo não se cansa de afirmar que o país está melhor (os portugueses é que não!), mas os números encarregam-se de desmentir, todos os meses, as "profissões de fé" do governo!
quarta-feira, 23 de abril de 2014
Não admira!
O país quase afundou? Não admira! Apenas um exemplo recentemente noticiado pelo Jornal de Notícias. A CP desactivou 26 locomotivas que tinha acabado de modernizar, porque a compra de 25 máquinas novas à Siemens, por 105 milhões de euros, deixou a empresa pública sem serviço para tanta locomotiva. A história conta-se em poucas palavras. Em Abril de 2004 (governo Barroso) a CP lançou concurso para a aquisição de 15 locomotivas eléctricas, mais 10 de opção. No governo Santana Lopes, o concurso foi adjudicado à Siemens e em 2006 e 2007 (governo Sócrates) foram encomendadas 15 e 10 locomotivas, respectivamente. Entregues as locomotivas em 2009, a CP, sem serviço para tantas locomotivas, desactivou as que tinha andado a modernizar, encontrando-se estas a apodrecer, desde então, na estação do Entroncamento.
sábado, 22 de março de 2014
domingo, 20 de outubro de 2013
quarta-feira, 28 de agosto de 2013
Sol na eira e chuva no nabal
Todos os anos o dispositivo de combate aos incêndios é melhor do que o do ano anterior e adequado ao combate do inferno que todos os verões se abate sobre Portugal. E todos os anos a área ardida é maior do que a do ano anterior. Foi recentemente noticiado que o Governo gasta quatro vezes mais no combate aos incêndios do que na sua prevenção. Enquanto este estado de coisas se mantiver, só nos resta acreditar que os bombeiros, com maior ou menor dificuldade, conseguirão controlar as situações, ou então rezar ao S. Pedro para termos sol na eira e chuva no nabal, isto é, bom tempo durante o dia e chuva durante a noite. Aqui fica a minha pública homenagem aos verdadeiros heróis deste país.
segunda-feira, 5 de agosto de 2013
quinta-feira, 1 de agosto de 2013
Sucesso!
A dívida pública portuguesa aumentou para 127,2% do PIB no primeiro trimestre do ano, contra 123,8% registados no trimestre anterior e 112,3% observados um ano antes, sendo a terceira mais elevada da União Europeia, divulgou recentemente o Eurostat. Reagindo aos números, o PM avançou com uma explicação - a dívida pública tem crescido por não se ter controlado o défice, pelo fraco crescimento registado pela economia nacional e por causa dos juros dos empréstimos, refutando eventuais críticas sobre a ausência de redução de despesa no Estado. Patético! Tanto o descontrolo do défice como o crescimento (negativo) são consequências directas das políticas seguidas nestes dois anos. Quanto à redução da despesa do Estado, para além do corte de salários, pensões, reformas e prestações sociais, está tudo por fazer, como reconheceu Vitor Gaspar na hora da despedida.
segunda-feira, 6 de maio de 2013
quinta-feira, 2 de maio de 2013
quarta-feira, 20 de março de 2013
sábado, 1 de dezembro de 2012
sábado, 3 de novembro de 2012
quinta-feira, 18 de outubro de 2012
sábado, 6 de outubro de 2012
sábado, 15 de setembro de 2012
sábado, 25 de agosto de 2012
quinta-feira, 23 de agosto de 2012
Receitas fiscais... ao fundo
De acordo com os dados divulgados pela DGO (Direcção-Geral do Orçamento), a receita fiscal nos primeiros sete meses do ano está 2.8 mil milhões de euros abaixo do estimado, o que, de acordo com as Finanças, "não sendo dramático, requer uma atenção especial". Até aqui nada de novo. As novidades virão, digo eu, no fim da próxima revisão da troika, que começará para a semana. Mas uma coisa parece desde já clara - sem medidas adicionais, não será possível cumprir o défice para este ano.
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