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terça-feira, 14 de agosto de 2012
domingo, 12 de agosto de 2012
Fim de uma era
A Google, cedendo às pressões de Hollywood e das editoras de música, anunciou que vai despromover nas pesquisas os sites com conteúdos que infrinjam direitos de autor, o que é surpreendente dado a Google sempre ter assumido uma posição neutral relativamente a esse tipo de sites.
sábado, 21 de abril de 2012
Net meter
O Ministério britânico do Interior confirmou que está a preparar legislação com vista à monitorização em tempo real de toda a actividade online no Reino Unido – o que inclui emails, navegação em sites, blogues, redes sociais e documentos. Ou, dito de outra forma, a Internet tal como a conhecemos parece ser uma espécie em vias de extinção, pelo menos para as bandas de Sua Majestade.
terça-feira, 10 de abril de 2012
Efeito dominó
Os sites FileServe e Wupload resolverem acabar com as funcionalidades de partilha de ficheiros depois de terem sido acusados por um estúdio de Hollywood de serem desonestos. A informação está a ser avançada pelo site Torrentfreak, e surge no rescaldo de declarações feitas por um executivo da Paramount durante uma conferência sobre direitos de autor, realizada na semana passada. Durante o evento Alfred Perry, vice-presidente para Worldwide Content Protection da Paramount Pictures, apresentou uma lista de seis sites que definiu como desonestos, lista essa que incluia os sites FileServe, MediaFire, Wupload, Putlocker e Depositfiles. Na mesma lista encontrava-se o Megaupload, identificado como estando desactivado. Poucos dias depois o FileServe e o Wupload resolveram deixar de disponibilizar aos utilizadores funcionalidades de partilha de ficheiros, optando apenas por serviços de alojamento. De acordo com o referido site, o FileServe já tinha deixado cair a funcionalidade partilha na sequência do encerramento do Megaupload, no passado mês de Janeiro, mas recentemente vários utilizadores revelaram que este tipo de serviços estava novamente disponível. Desde esta semana a situação voltou a mudar, e sempre que alguém tenta aceder a ficheiros disponibilizados por terceiros não consegue. Já o Wupload optou por publicar uma nota no site onde anuncia que vai deixar de disponibilizar serviços de partilha de ficheiros. Em ambos os casos, os utilizadores apenas poderão fazer o download de ficheiros que tenham carregado pessoalmente.
domingo, 8 de abril de 2012
Resposta gradual
A partir de Julho deste ano, os norte-americanos vão estar sob vigilância na Internet. Os fornecedores do serviço como, por exemplo, Time Warner, Verizon e Cablevision, querem punir os consumidores que fazem downloads de conteúdos que violem os direitos de propriedade intelectual, nomeadamente, músicas e filmes. Quem fizer downloads ilegais é, num primeiro momento, advertido de que está a cometer uma prática que viola a lei. Caso persista, ao fim de alguns avisos, o fornecedor do serviço pode tomar medidads que vão desde a diminuição de velocidade até ao corte.
terça-feira, 3 de abril de 2012
E se de repente...
Trata-se de um trojan (conhecido como Ukash virus, Metropolitan police ransomware, entre outras designações) que não deixa o utilizador aceder a ficheiros, programas ou ferramentas de sistema. Este trojan, afirmando que actividades ilegais foram detectadas (por exemplo, download de músicas), pede uma quantia em dinheiro (100 euros) para libertar o computador. A sua remoção é relativamente simples.
1. Iniciar o computador em Modo de Segurança Com Linha de Comandos. Para isso, quando o computador está a iniciar, clicar repetidamente na tecla F8 o que abre o menu Opções de Arranque Avançadas. Navegar com as teclas de cursor até Modo de Segurança Com Linha de Comandos e fazer Enter.
2. Quando o Windows carregar, escrever na linha de comandos explorer e fazer Enter. O Explorador de Windows abre.
3. Novamente na linha de comandos, escrever regedit e fazer Enter. O Editor de Registo do Windows abre.
4. Localizar a seguinte entrada de registo com o Explorador de Windows previamente aberto (ponto dois): HKEY_LOCAL_MACHINE\SOFTWARE\Microsoft\Windows NT\CurrentVersion\Winlogon. No lado direito do painel, seleccionar a chave Shell. O valor desta chave deveria ser Explorer.exe. Neste caso o valor está alterado para [um qualquer conjunto de caracteres.exe], por exemplo [C:\Documents and Settings\Utilizador\Os meus documentos\A minha música\music.exe]. Anotar esta localização do ficheiro.
5. Fazer clique com o botão direito de rato na chave Shell e seleccionar Modify. Na caixa de diálogo que abrir alterar o valor (Value data) para Explorer .exe. Fazer OK para gravar a alteração e sair do Editor de Registo.
6. Apagar o ficheiro identificado no ponto quatro e reiniciar o computador em modo normal. Para isso, na linha de comandos escrever shutdown /r /t 0 [shutdown-espaço-barra-r-espaço-barra-t-espaço-0] e fazer Enter. Como medida de precaução, convém fazer um scan completo ao computador para eliminar possíveis restos do trojan.
PS - Se o anti-vírus instalado não impediu a execução do trojan, muito provavelmente, não valerá a pena fazer o scan com ele. O melhor será trocar de anti-vírus.
PS - Se o anti-vírus instalado não impediu a execução do trojan, muito provavelmente, não valerá a pena fazer o scan com ele. O melhor será trocar de anti-vírus.
Pray for portugal
A hashtag #PrayForPortugal foi um dos temas mais comentados no Twitter nas últimas horas e referia-se a um alegado golpe de Estado em Portugal. Os rumores começaram a circular pelo Twitter, o que levou à criação da hashtag #PrayForPortugal. Algumas pessoas falavam do “som de bombas” e depressa a informação passou para os media tradicionais. Pouco depois, a agência internacional Associated Press (AP) parecia ter pegado no assunto no Twitter: “O Presidente português dissolveu o Parlamento e apelou à calma. Tanques e tropas ocupam as ruas de Lisboa”. Imediatamente a seguir, também o espanhol “El País” parecia seguir a história: “Correspondentes da AP em Portugal falam do início de uma guerra civil. As informações são confusas”. No entanto, nenhum dos tweets era verdadeiro, tratando-se de montagens. Depois disso, o rumor ganhou dimensões internacionais. Milhões de utilizadores do Twitter queriam saber o que se estava a passar em Portugal. Alguns utilizadores contribuíam para o rumor e outros acusavam os media tradicionais portugueses de ocultar o que se estava a passar, pedindo aos espanhóis para tomarem conta do assunto.
sábado, 31 de março de 2012
quarta-feira, 28 de março de 2012
O seguro morreu de velho
O browser Chrome, da Google, foi o primeiro a cair num concurso de hackers destinado a identificar vulnerabilidades nos principais navegadores da Internet. Depois de dois anos a sair ileso do concurso "Pwn2Own", o browser da Google foi este ano o primeiro a ver uma falha ser aproveitada pelos participantes na iniciativa, promovida no âmbito da conferência de segurança informática CanSecWest. A falha em causa foi identificada e explorada com sucesso por uma equipa de investigadores de uma empresa francesa, que conseguiu fazer o que nos últimos anos nenhum participante do "Pwn2Own" tinha conseguido. De acordo com o portal Computerworld, a proeza foi alcançada cinco minutos após o início da competição. Um dia depois do Chrome ter caído, foi a vez do Internet Explorer 9, com a identificação de duas falhas através das quais os atacantes conseguiram ganhar o controlo do computador onde estava instalado.
segunda-feira, 26 de março de 2012
Tempos difíceis
Os principais estúdios de Hollywood estão a pedir aos tribunais norte-americanos para encerrarem o serviço de partilha de ficheiros Hotfile, que poderá vir a ter o mesmo fim do Megaupload. Em causa está um pedido feito pela Motion Picture Association of America (MPAA), que apresentou um pedido de julgamento sumário contra o Hotfile destinado a levar ao encerramento do site. Caso seja aprovado, o pedido poderá evitar um longo julgamento e resultar no encerramento do serviço de partilha de ficheiros, num processo semelhante ao Megaupload. De acordo com os documentos judiciais, a queixa foi apresentada pelos estúdios Disney, 20th Century Fox, Universal Studios, Columbia Pictures e Warner Bros, que alegam que "o Hotfile incentiva activamente a violação massiva de conteúdos protegidos com direitos de autor". Nos mesmos documentos os estúdios argumentam que "mais de 90 por cento dos ficheiros descarregados a partir do Hotfile violam os direitos de autor e quase todos os utilizadores do Hotfile estão envolvidos na violação de direitos de autor".
domingo, 11 de março de 2012
Mais perigoso que sites porno
De acordo com a empresa Kaspersky Lab, quem usa as redes sociais corre mas perigo online do que aqueles que acedem a sites de conteúdos para adultos. Com o crescente uso das redes sociais os ciber-criminosos estão mais atentos às mesmas para conseguir os seus intentos, criando links maliciosos para serem propagados especificamente por este meio. Os dados mostram que mais de 20 por cento dos links maliciosos são encontrados nas redes sociais, com o YouTube à cabeça, com um em cada três destes links a estar alojado aqui. No caso dos sites porno, estes são responsáveis por 14 por cento. À frente nesta "guerra" estão ainda os motores de busca, com 22 por cento dos links maliciosos a serem propagados por esta via.
segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012
Big brother
O senador americano Lamar Smith volta à carga. Após os projectos SOPA e PIPA, eis o projecto de lei HR 1981. De acordo com este projecto, também conhecido como "Protegendo as crianças dos pedófilos na internet" os operadores seriam obrigados a armazenar os dados de todos os utilizadores da internet, no mínimo, por 18 meses. Mais uma vez, cheio de boas intenções está o inferno cheio. Como não há forma de se conhecer todos os pedófilos e predadores sexuais, então vamos vigiar, indistintamente, todos os internautas. Para aspirante a Big Brother, nada mal!
domingo, 26 de fevereiro de 2012
Ética pirata
Um estudante britânico acusado de ter invadido os sistemas informáticos do Facebook foi condenado a oito meses de prisão. O caso teve lugar entre Abril e Maio de 2011, quando Glenn Mangham, um estudante de informática britânico de 26 anos, acedeu ilegalmente aos sistemas da rede social. Em tribunal o jovem admitiu os seus actos, afirmando que apenas queria ajudar o site de Mark Zuckerberg a identificar falhas de segurança, tal como já tinha feito para o Yahoo. Outro foi o entendimento do tribunal. Além de ser acusado de ter acedido ilegalmente aos sistemas do Facebook, o jovem hacker foi acusado de ter roubado informação relativa a propriedade intelectual do site, informação essa que terá sido gravada num disco externo. Mesmo admitindo que o jovem não iria divulgar a informação ou mesmo vendê-la, o tribunal acabou por condenar Glenn Mangham a oito meses de prisão.
sábado, 25 de fevereiro de 2012
O senhor que se segue?
A justiça britânica poderá em breve vir a ordenar o bloqueio do site de partilha de ficheiros Pirate Bay por parte das operadoras de telecomunicações locais. O caso foi analisado pelo principal tribunal do Reino Unido, que divulgou uma sentença onde o site sueco é acusado de violar as leis de direitos de autor britânicas. De acordo com a sentença divulgada, "tanto os utilizadores como os operadores do [Pirate Bay] infringiram os direitos de autor defendidos pelos acusadores no Reino Unido". No mesmo documento, o responsável por analisar o caso defende que os donos do site poderiam ter impedido a partilha de conteúdos protegidos, mas nunca o fizeram apesar dos pedidos judiciais. "Pelo contrário...eles incentivaram isso activamente e trataram quaisquer tentativas de prevenir (judiciais ou de outra forma) com desprezo", sublinha o juiz.
terça-feira, 24 de janeiro de 2012
Qual será o seguinte? RapidShare?
Os projectos de lei SOPA (Stop Online Piracy Act) e PIPA (Protect IP Act) foram colocados em stand by (as reacções, incluindo a Casa Branca, foram tão negativas que, dificilmente, virão a ser votados, pelo menos nos termos actuais), mas já fizeram uma vítima - o site de alojamento de conteúdos Megaupload. A ideia por trás destes dois projectos é razoável, travar a pirataria online, mas, redigidos de forma cega, causariam muito mais problemas do que aqueles que supostamente (digo supostamente, pois, de certeza, por cada site fechado abririam dez novos sites) resolveriam. A linguagem é de tal modo vaga que sites como o Google, Facebook ou Youtube, que disponibilizam links para outros sites ou conteúdos carregados pelos utilizadores, poderiam vir a ser colocados em listas negras. Numa palavra, estes projectos representariam o fim da Internet tal como a conhecemos!
sábado, 17 de dezembro de 2011
Principais pesquisas
Em 2011, a sexta palavra mais pesquisada no motor de busca Google foi... google! É caso para perguntar, quem o fez (e foram muitos!) andava à procura de quê?
domingo, 13 de novembro de 2011
Anonymous for ever
No final de Outubro o grupo de hackers Anonymous deitou abaixo 40 sites de pornografia infantil e publicou os nomes de 1589 pedófilos. Mais recentemente atacou o site patriootti.com, do grupo extremista Kansallinen Vastarinta, organização neonazi, e publicou os nomes verdadeiros, números da Segurança Social e outras informações dos seus membros. Anonymous for ever!
sexta-feira, 12 de agosto de 2011
Aceder a sites offline através do Google
Os websites por vezes estão offline. As razões para tal podem ser muito variadas – dificuldades do servidor em dar resposta a todos os pedidos, problemas técnicos, ou, mais simplesmente, o website ter sido movido. Ou então o website em questão estar inacessível numa determinada ligação ou rede informática. Nestas situações, em que é necessário aceder a um site indisponível, é preciso um espelho do conteúdo desse site.
A menos que os sites não o permitam explicitamente, o Google faz cópias de todas as páginas dos sites e aloja-as nos seus servidores. Quando se faz uma pesquisa no Google, a seguir ao endereço do site aparece, a azul, as palavras Em Cache. Clicando aí acedemos à cópia do Google armazenada nos seus servidores. Querem um exemplo?
Imaginem que eu pretendo aceder ao PokerStrones.blogspot.com, um blogue de um amigo, mas não sei o endereço. Faço pesquisa no Google pelo nome do blogue e obtenho uma lista de resultados (imagem abaixo).
Clicando no nome para aceder ao blogue vejo que ele está indisponível (imagem abaixo).
Se clicar no link Em Cache acedo à cópia da página inicial do blogue guardada nos servidores do Google (imagem abaixo). Isto mesmo continua válido se pretender aceder a um determinado artigo de um site offline. Para tal basta fazer a seguinte pesquisa – site:[endereço do site seguido das palavras chave do artigo].
quinta-feira, 11 de agosto de 2011
Contornar registos gratuitos em websites
Não raramente, durante uma sessão de navegação na Internet, deparamo-nos com sites que requerem registo gratuito para visualizar os conteúdos. Se o internauta necessita mesmo de ver o conteúdo, não tem outro remédio – cria uma conta para fazer o login. Com o tempo, são dúzias de contas de difícil gestão (e memorização). E se o internauta quiser fazer login sem ter de criar uma conta?
O site BugMeNot mantém uma base de dados pública (e partilhada) com nomes de utilizador e palavras passe para sites que requerem registo gratuito. Então, como fazer?
- Aceder ao site BugMeNot (http://bugmenot.com).
- Digitar (ou colar) o endereço do site que pretende visitar e clicar no botão “Get Logins”.
- Caso exista algum login na base de dados, são mostradas as credenciais da (ou das) conta(s).
- E pronto, com um bocado de sorte, é só fazer login no site pretendido com as credenciais exibidas.
Note-se que todos os nomes de utilizador e palavras passe são adicionados pelos utilizadores e nem todos funcionam. Já agora, caso não exista nenhum login para o site que pretende aceder, porque não criar uma conta e partilhá-la através do BugMeNot? Existem extensões para os browsers Firefox e Chrome.
quarta-feira, 10 de agosto de 2011
Navegação realmente privada
Navegar na internet deixa rastos no computador - sites visitados, cookies, informação digitada em formulários, etc. As versões actuais dos browsers têm todas um modo privado de navegação (Incognito no Chrome), o qual, terminada a sessão de navegação, limpa o histórico, cookies, ficheiros temporários e outros dados sensíveis. Mas será esta "limpeza" suficiente para apagar todos os rastos da navegação?
Nem por isso. Mesmo navegando em modo privado, encerrado o browser, permanecem traços da navegação, nomeadamente, endereços IP requisitados e cookies Flash.
Sempre que visitamos uma qualquer página, o nosso PC pede o endereço IP dessa página ao servidor DNS e guarda-o localmente para agilizar futuros acessos a essa página, mesmo em modo privado.Para aceder a essa informação basta abrir a linha de comandos e digitar ipconfig /displaydns (ainda que a informação mostrada seja hermética para leigos, são rastos deixados para trás - ver imagem abaixo). Limpar essas entradas é iguamente simples - basta digitar na linha de comandos ipconfig /flushdns.
Quanto aos cookies Flash, guardados em %appdata%\Macromedia\Flash Player\#SharedObjects, podem ser eliminadas com o Explorador de Windows ou, de forma mais rápida, correndo o CCleaner no final da sessão de navegação. Esta aplicação (freeware) limpa realmente todos os traços deixados para trás, mesmo em modo de navegação privada.
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