Em Junho de 2013 a Procuradoria-Geral da República emitia um comunicado segundo o qual "O Ministério Público no Tribunal Administrativo do Círculo de Lisboa intentou acção administrativa especial na qual peticiona, para além do mais, a declaração de nulidade do acto de atribuição de licenciatura a Miguel Relvas". De então para cá, a menos que eu tenha andado muito distraído, continua tudo no mesmo citius. Não é por nada, mas Miguel Relvas, tendo casado novamente, foi pai de uma menina em Maio deste ano e, caso veja o seu título académico anulado, pretende concluir a licenciatura antes da sua filha!
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quinta-feira, 9 de outubro de 2014
terça-feira, 25 de fevereiro de 2014
terça-feira, 10 de dezembro de 2013
A última lição do doutor?
Na petição entregue em tribunal, o Ministério Público (MP) defende que o grau académico concedido a Miguel Relvas deve ser anulado. Para além das irregularidades anteriormente detectadas, o MP acrescenta as equivalências concedidas a cadeiras que não existiam no ano em que Miguel Relvas se inscreveu. Ao que parece, os dias de doutor de Miguel Relvas estarão a terminar.
domingo, 4 de agosto de 2013
domingo, 21 de abril de 2013
quarta-feira, 10 de abril de 2013
Última asneira
"Eu paguei as minhas propinas a trabalhar. Estudar em Portugal não é como em Stanford, que custa 45 mil euros por ano. A um jovem estudar custa 1.200 ou 1.300 euros por ano, são 100 euros por mês. Amigo, se tu com 20 anos não consegues fazer 100 euros por mês para pagar o que estudas vais ter muitos problemas na vida, muito maiores do que esse!" (...) "Até a vender pipocas num centro comercial se arranja dinheiro para pagar 100 euros por mês." (Miguel Gonçalves)
terça-feira, 9 de abril de 2013
Aceitam-se apostas!
A única dúvida é mesmo saber qual será a empresa pública que irá acolher o ex-ministro no Conselho de Administração. E, diga-se em abono da verdade, inteiramente merecido! Não é qualquer um que conclui uma licenciatura com a rapidez com que ele o fez, obtendo, inclusivé, equivalências a cadeiras que não faziam parte do plano de estudos! Enfim, um verdadeiro modelo para os jovens deste país.
segunda-feira, 1 de abril de 2013
sábado, 9 de fevereiro de 2013
Reescrever a história
O que hoje é público, é que o Dr. Franquelim Alves, à semelhança dos restantes administradores da SLN, foram obrigados, pelo então presidente da administração do BPN, Abdool Vakil, a assinar uma carta, não de denúncia de irregularidades, mas sim de confirmação de suspeitas (antigas) do Banco de Portugal relativamente ao "universo" BPN.
sexta-feira, 25 de janeiro de 2013
sexta-feira, 28 de dezembro de 2012
sábado, 22 de dezembro de 2012
sábado, 27 de outubro de 2012
terça-feira, 16 de outubro de 2012
segunda-feira, 1 de outubro de 2012
terça-feira, 28 de agosto de 2012
Engolir sapos
Ser ministro obriga a engolir muitos sapos. Então não é que o Ministro Adjunto e dos Assuntos Parlamentares, Miguel Relvas, ao desembarcar em Dili para uma visita oficial que visa reiterar o apoio de Portugal à consolidação económica e política de Timor, bem como "reforçar os seculares laços de amizade entre os dois povos" se depara com o cartaz reproduzido na foto acima? Ao que consta, conta quem viu, o ministro esboçou um sorriso (amarelo), engoliu em seco e entrou no carro que o iria conduzir ao Parlamento timorense para a sessão solene de boas-vindas.
domingo, 12 de agosto de 2012
sábado, 14 de julho de 2012
terça-feira, 10 de julho de 2012
Parecer
O parecer que a seguir se publica resulta da transcrição manual do documento ontem consultado pelo PÚBLICO na Universidade Lusófona e hoje publicado no site do referido orgão de comunicação social. Palavras para quê? É um artista português!
Avaliação curricular
Quanto mais não seja, para salvaguardar a credibilidade da instituição, num processo de avaliação curricular para efeitos de certificação escolar, quem avalia deve identificar de forma clara que parte da experiência profissional do avaliado é responsável pela equivalência a uma (ou mais) disciplina(s). Como isso não foi feito no caso Relvas-Lusófona, só nos resta tentar perceber qual o impacto da experiência proporcionada pelo cargo de presidente de uma associação folclórica (tida como relevante) no seu processo de equivalência. Olhando para o desenho curricular do curso, parece-me, que ela foi responsável por, pelo menos, cinco cadeiras: Língua Portuguesa I e II (1º ano), Língua Portuguesa III e IV (2º ano) e Psicologia Social e das Organizações (igualmente 2º ano). Passo a explicar. Entre músicos, cantores e dançarinos, um rancho folclórico desloca algumas dezenas de pessoas, pelo que, no final das actuações, fazer a apresentação de toda aquela gente ao público não é, propriamente, pêra doce. Como todos sabemos, o treino conduz à excelência pelo que não admira que o Miguel Relvas, ao fim de um ano de apresentações dos elementos do grupo, tenha desenvolvido um excelente domínio da língua portuguesa, ainda que limitado ao nome e função das pessoas, daí a nota 10 a cada uma das quatro cadeiras. Quanto à cadeira de Psicologia, num grupo com algumas dezenas de pessoas, as interacções entre elas são tantas que, inevitavelmente, surgem conflitos que é necessário sanar. Nunca voltando as costas ao conflito, Miguel Relvas foi treinando e desenvolvendo competências de negociação e de compromisso, que os avaliadores entenderam valorizar. Mais uma vez, a nota não foi grande coisa (mais um 10), mas tal deve-se única e exclusivamente a algumas cenas de ciúmes que ainda hoje perduram no grupo.
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