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sábado, 25 de agosto de 2012

Os sinais (de trânsito) dos nossos políticos

Pedro Passos Coelho: O caminho (traçado) é para seguir. Não haverá inversão das políticas.
Paulo Portas: Em Portugal, apenas parar (um pouco). Estacionar, nunca!
Vítor Gaspar: Apesar do discurso alinhado pelo do chefe, o perigo de derrocada (das finanças) é mais do que evidente.
Álvaro Santos Pereira: Mesmo já tendo decretado o fim da crise, hoje reconhece perigos vários no horizonte.
Miguel Relvas: Sempre a abrir!
António José Seguro: O caminho começa a estreitar demasiado.
Francisco Louçã: A actual política do governo está a conduzir Portugal a um beco sem saída.
Jerónimo de Sousa: Basta de ataques aos trabalhadores!


quarta-feira, 7 de março de 2012

Micro-limites


Quando se falou na limitação de mandatos, julgo, a ideia era, cumprido o número de mandatos permitidos por lei, o indivíduo não se poderia candidatar novamente ao cargo político. O que estaria por trás de uma tal lei, julgo novamente, seria o combate à corrupção e ao compadrio, que inevitavelmente se instalam com o tempo, bem como o rejuvenescimento da classe política. Pois bem, eu julgava, mas julgava mal. Afinal a limitação só se aplica ao local de exercício do cargo, não ao próprio cargo. O que, aplicado às autarquias do Porto e Vila Nova de Gaia, por exemplo, basta que os actuais presidentes das câmaras atravessarem o rio Douro para poderem candidatar-se novamente. Nem precisam de pensar em trocar de casa ou reorganizar a vida familiar, já que a distância que separa as duas câmaras é pequena! Ora isto é um embuste completo e uma forma habilidosa de continuar a permitir que a actual classe política se perpetue no poder!