Depois de ter dito no Parlamento que nenhum professor seria "prejudicado" pelos erros do Ministério da Educação no processo de colocação de contratados, Nuno Crato regressou à Assembleia da República para explicar que nunca tinha afirmado o que todos, deputados, jornalistas e professores, tinham entendido na altura (e nunca desmentido ou rectificado). "Todas as minhas afirmações na altura têm de ser lidas com atenção e interpretadas dentro do quadro legal. Os professores mantêm-se, disse. Mantêm-se até às novas listas de colocação corrigidas, que tacitamente revogam as anteriores. É a lei". Afinal tudo não passou de um mal-entendido! E o pior é que muitos dos portugueses (supostamente) melhor qualificados (deputados, jornalistas, professores), têm de voltar aos bancos da escola primária para aprender os tempos verbais e respectivo significado!

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