... não é compreensível o anúncio, com tanta antecedência, daquilo que poderá não ser cumprido. Ou talvez seja. No imediato serve para acalmar a (crescente) contestação social. A prazo, como a memória das pessoas é curta, no dia 1 de Janeiro de 2015 já ninguém se lembra do que comeu na quinta-feira da semana anterior, quanto mais do que foi dito em 2012! E se (por mero acaso) houver alguém que se lembre, na altura, não faltarão argumentos para explicar por a+b porque é que o governo português não pode cumprir (com profunda mágoa) o que tinha anunciado (não confundir anunciado com prometido!).

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