sexta-feira, 31 de julho de 2015
quinta-feira, 30 de julho de 2015
Quanto valem os nossos políticos (III)
Maria Luís aprendeu com Vítor Gaspar e, para mal dos nossos pecados, foi uma aluna de A+. À semelhança do seu mestre, ainda não domina muito bem o jogo político. Em muitas ocasiões, por dizer aquilo que pensa, tem causado embaraços à coligação. Contrariamente ao seu antecessor, não fez Paulo Portas engolir uma manada de elefantes (o enorme aumento de impostos) e, agora que estamos em período de férias e véspera de eleições, não parece provável que tal venha a acontecer. Não fez a campanha eleitoral a prometer mundos e fundos, mas, mesmo assim, não paga, sequer, um café.
quarta-feira, 29 de julho de 2015
terça-feira, 28 de julho de 2015
Contas de cabeça
Já toda a gente percebeu que Rui Rio quer mesmo avançar para a Presidência da República. No entanto, anda há meses a fazer cálculos e a medir apoios. Recentemente deu mais um passo para a candidatura, mas continua a faltar o principal: o anúncio formal. Parece que reserva a sua decisão para Setembro, o que significa colocar o tema presidenciais em cima da mesa em plena campanha eleitoral, o que não será do especial agrado dos partidos da coligação governamental. Ou será que Rio está a apostar (forte) numa vitória do PS? Nesta perspectiva, de acordo com a teoria dos ovos e do cesto, as suas hipóteses de ganhar as presidenciais, muito provavelmente, aumentariam. De qualquer forma, todo este calculismo só contribui para desvalorizar a sua eventual candidatura.
segunda-feira, 27 de julho de 2015
Depois falamos
Agora que falar de reestruturação das dívidas deixou de ser tabu (há até, pasme-se, um consenso alargado acerca da insustentabilidade da dívida grega), ficamos a saber pela boca de Jean-Claude Juncker, Presidente da Comissão Europeia, que foram Portugal e Espanha (entre outros) que não aceitaram discutir a questão da dívida grega antes das legislativas que acontecerão nestes dois países ainda este ano. É que a coisa poderia correr mesmo muito mal para quem sempre defendeu "não há alternativa" e "o programa é para cumprir custe o que custar". Imagine-se o que seria a Grécia conseguir um alívio da sua dívida durante a campanha eleitoral para as legislativas. Uma verdadeira catástrofe para os lados da coligação, diria eu!
domingo, 26 de julho de 2015
sábado, 25 de julho de 2015
Un mec intelligent!
Cheio de "tusa" pelo seu recente papel (determinante) para a continuação da Grécia na zona euro, François Hollande apresentou a sua ideia para "relançar a Europa" - a criação de um governo da zona euro com um orçamento comum e um Parlamento específico aberto, unicamente, aos países fundadores da CECA: Alemanha, França, Itália e os países do Benelux (Holanda, Bélgica e Luxemburgo). Se é esta a proposta da França para resolver as crescentes dificuldades geradas pela arquitectura (inacabada) do euro, estamos conversados!
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